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POETA BOM DE BOLA

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Saiu na Mídia

O jornalista e crítico literário João Paulo foi, como sempre, certeiro no pensamento sobre a indústria cultural. Poderíamos acrescentar que muitos “produtores culturais” não passam de agências de propaganda, fazendo a intermediação entre o produto cultural acabado e os receptores que vivem anos recebendo dinheiro do governo (da população) ou das empresas que descontam do imposto de renda.
Esses “produtores culturais” há anos vêm sendo contemplados com seus projetos através das leis de incentivo. Já sabemos de antemão quais grupos serão contemplados. É como a comemoração do Natal. A data é sempre a mesma. Ficam à espera dos autores e grupos premiados para “envernizar” os seus projetos. Não têm coragem de arriscar no desconhecido, nem incentivar o novo ou o experimental.
Boa parte dos programas são simplesmente agraciados por serem amigos do rei, seja municipal, estadual ou federal. Adoram um brasão imprenso nos seus convites. O mesmo ocorre com as empresas, numa situação cômoda dos departamentos de marketing, voltados, simplesmente, para a “mercantilização” e o espetáculo midiático, só vão colocar seus descontos do imposto de renda naquilo que já foi chancelado pelos críticos de imprensa ou o aval dos já consagrados júris de concursos, muitas vezes bancados pelo governo (de novo o cidadão).
Parece-me, que arriscar a fazer parcerias no mundo da cultura, sem o aval das receitas federal, estadual e municipal, não é muito o perfil dos nossos “agentes culturais”. E isso abrange todos os seguimentos do fazer artístico, incluindo o mundo editorial.
Os “agentes culturais” promovem festivais de literatura, que após o término, não deixam um legado para a comunidade; fazem festivais de cinema, mas a comunidade passa o resto do ano sem ter acesso ao cinema; fazem festivais de música e não criam mecanismos que buscam efetivar o ensino permanente para a comunidade apreciar e aprender música. Ou seja, o espetáculo (o cenário vira moldura) midiático impera na mercantilização da cultura. E assim continuamos com esse debate esquizofrênico. O que realmente queremos e pensamos sobre Cultura, Estado e Capitalismo?

Editorial Scriptum - Welbert Belfort

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